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25 março, 2014
02 fevereiro, 2013
Peregrinos na Fé, Apóstolos na Evangelização do Mundo (III)
MENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DAS VOCAÇÕES E MINISTÉRIOS POR OCASIÃO DA SEMANA DO CONSAGRADO – 27 DE JANEIRO A 3 DE FEVEREIRO DE 2013
PEREGRINOS NA FÉ, APÓSTOLOS NA EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO
"3. IMPELIDOS PELO AMOR DE CRISTO A EVANGELIZAR
“É o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar” (Bento XVI, A Porta da Fé, 7). Válido para todos os cristãos, este princípio encontra maior evidência nos consagrados, cuja vocação específica é precisamente a evangelização do mundo por meio da realização do seu carisma fundador. Todos evangelizam já por meio do seu estado e do seu estilo de vida marcada pelo conhecimento do amor de Cristo, assumido pessoalmente e partilhado comunitariamente; alguns, porém, evangelizam também pela dedicação ao trabalho direto de anúncio da Boa Nova, na pregação, na catequese, no ensino, na ação social, na prática da caridade cristã, na missão ad gentes.
Mais do que as palavras, o veículo de transmissão da fé é o testemunho, de tal modo que o contacto com os verdadeiros crentes é o melhor caminho para o encontro pessoal com Cristo. Os Consagrados encontram-se entre os que mais capacidade têm para realizar esta missão de levar os homens a Cristo, pelo que a Igreja muito deles tem a esperar quando se trata de fazer a evangelização do mundo.
Portugal deve muito daquilo que é e, portanto, da sua identidade, à incansável ação dos Consagrados que, impregnaram de Evangelho a sua história. A difusão da fé cristã, o progresso nos valores humanos fundamentais, o crescimento espiritual e o desenvolvimento cultural, são, em grande parte ação destes homens e mulheres entregues a Cristo por amor dos irmãos.
Nesta Semana do Consagrado 2013, a Igreja portuguesa renova os sentimentos de gratidão pelo trabalho realizado em favor da fé e da evangelização. Invocamos sobre todos os Consagrados a força do Espírito Santo, para que faça deles cristãos alegres por crerem e cheios do entusiasmo na comunicação da fé (Bento XVI, A Porta da Fé, 7).
Confiamos todos os Institutos e todos os seus membros a Nossa Senhora, pobre, casta e em tudo obediente à vontade do Pai, ícone da Igreja que caminha na fé do Filho de Deus."
Coimbra, 08 de dezembro de 2012
Virgílio do Nascimento Antunes
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios
Semana do Consagrado - Frei Jean-Thierry do Menino Jesus e da Paixão
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pelo Irmão
Frei Jean-Thierry do Menino Jesus e da Paixão,
que quis ser como Jesus, mas pequenino
como Jesus Menino.
Foi menino de brincadeiras,
santas e rezadeiras,
acólito, catequista e promotor vocacional.
Quis também ser cientista para ajudar o seu povo
no campo social.
Era alegre e de bom humor, poeta
simples e sempre da classe primeira.
Animador de festas e muito admirado
acabou entrando no noviciado
Carmelita, para ser sacerdote de pureza inteira.
Na curta vida de vinte e dois anos
nada é fácil ou breve de contar,
porque tudo é tão denso,
imensamente mais do que penso.
Morreu jovem olhando o bom Jesus
a quem tanto se queria igualar.
Sofrendo muito sofreu a Paixão
do Verbo Incarnado num hospital de Milão
sem nunca dizer não
a mais um e outro contratempo.
Morreu depois de ter professado
e sem nunca algo ter negado
ao bom Jesus e a sua Mãe.
Quem o viu o sabe, quem o sabe o contou:
Perto do fim o menino sorria em sua cama
vestido com o hábito da Mãe do Carmo
a quem Ele tanto tinha honrado.
E posta a branca capa da pureza
que com tanta firmeza tinha amado.
E assim morreu
quem tão curto viveu e tão rápido subiu
o cume da perfeição do místico monte,
como quem foi feito para triunfar
num rápido caminhar o curto caminho da fonte.
Fr. João Costa
Oração para encerrar a Semana dos Consagrados
Ó Maria, Mãe da Igreja,
confiamos-Te a nossa vida consagrada,
derrama sobre nós a plenitude da luz divina:
ensina-nos a viver
na escuta da Palavra de Deus,
na humildade do seguimento de Jesus,
teu Filho e Senhor nosso,
no acolhimento da visita do Espírito Santo,
na alegria diária do magnificat,
no labor do Evangelho,
na edificação da Igreja pela santidade de vida.
Ámen!
Fr. João Costa
01 fevereiro, 2013
Peregrinos na Fé, Apóstolos na Evangelização do Mundo (II)
MENSAGEM
DA COMISSÃO EPISCOPAL DAS VOCAÇÕES E MINISTÉRIOS POR OCASIÃO DA SEMANA DO
CONSAGRADO – 27 DE JANEIRO A 3 DE FEVEREIRO DE 2013
PEREGRINOS NA FÉ, APÓSTOLOS NA
EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO
"2. APÓSTOLOS DA FORÇA E DA BELEZA DA FÉ
Com muita alegria, reconhecemos que os Consagrados
são, entre nós, autênticos apóstolos da força e da beleza da fé, ou seja,
verdadeiros catecismos abertos aos fiéis, pois neles podem “descobrir novamente
os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada” (Bento XVI, A Porta da Fé, 9).
Hoje, como em todos os tempos, a força e
a beleza da fé só podem encontrar-se quando ela é vivida na radicalidade
evangélica. Os Consagrados são, na Igreja, aqueles em quem se espera encontrar
de forma mais visível esse testemunho, em virtude dos conselhos evangélicos, a
via da radicalidade que amorosamente assumem como dom e compromisso.
Precisamos urgentemente de homens e
mulheres totalmente imbuídos de Cristo, que mostrem a outra face, isto é, que
se distanciem dos critérios terrenos e se deixem conduzir pelos critérios do
alto.
A força da fé só pode revelar-se por meio
de pessoas reais que a experimentem e testemunhem como capaz de transformar as
suas vidas. Do mesmo modo, a beleza da fé somente se revela por meio das vidas
belas de homens e mulheres cheios de Deus, a origem e a fonte de toda a beleza.
Aos consagrados pedimos que se adentrem
com profundidade no mistério da fé, única razão de ser da sua vocação e da sua
vida, no respeito pela peculiaridade dos carismas de que são herdeiros. Pela
sua autenticidade e pela radicalidade da sua entrega na pobreza, na castidade e
na obediência, tornar-se-ão os apóstolos da força e da beleza da fé."
D. Virgílio do Nascimento Antunes
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios
Semana do Consagrado - Venerável Chiquitunga
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pela Venerável Chiquitunga,
a Irmã Maria Felícia de Jesus Sacramentado,
por ela tão amado e tão visitado
nos pobres materiais e espirituais,
nos meninos da catequese e nos jovens
trabalhadores, que foram seus amores
com os universitários amáveis.
Para todos quis ser um raiozinho de luz
e assim foi levando o sorriso de Jesus
ao leito dos incuráveis.
Como a sede da entrega total não se perdeu
no Carmelo toda a Deus se deu
porque ali conseguiu achar o amor que devia amar.
De todo o coração amava o apostolado
e por isso as mãos levemente erguia
e nada perdia do fio das horas do dia,
até que por fim, toda inteira se ofereceu
a seu Amor tão adorado.
Escondida em Jesus viveu rezando
a Deus tudo dando, e a Humanidade abençoando.
E por fim foi sem surpresa
que o ladrão incurável a assaltou
e de nova forma toda a Jesus se entregou,
a fim de que a tomasse como noiva que amasse
e desejasse como sua.
Para o que Ele quisesse d’Ele ela só queria ser:
Era assim que devia ser, pensava em seu peito,
que de Jesus tudo aceito,
porque se assim quer Ele lá sabe o porquê.
Assim se ficou aguardando, toda para Ele se reservando
e do amor de Jesus se enchendo
e não vivendo senão para Ele, que sendo tão pequena
não o era no ardor de cumprir a sua vontade
e corresponder à sua amizade.
31 janeiro, 2013
Peregrinos na Fé, Apóstolos na Evangelização do Mundo (I)
ENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DAS VOCAÇÕES E MINISTÉRIOS POR OCASIÃO DA SEMANA DO CONSAGRADO – 27 DE JANEIRO A 3 DE FEVEREIRO DE 2013
PEREGRINOS NA FÉ, APÓSTOLOS NA EVANGELIZAÇÃO DO MUNDO
"1. CONSAGRADO, PEREGRINO DA FÉ
O batismo, assumido de forma livre e responsável, como participação no mistério pascal de Jesus Cristo, incorporação na sua Igreja e sacramento da comunhão com Deus, Santíssima Trindade, constitui o início do longo peregrinar da fé do cristão. Trata-se de um “caminho que dura a vida inteira... tem início com o batismo... e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna” (Bento XVI, A Porta da Fé, 1).
Entre todos os cristãos, os Consagrados assumem explicitamente a totalidade da vida como uma peregrinação na fé, como um sinal da transformação operada pelo batismo e como um testemunho da graça da comunhão com Deus.
Neste Ano da Fé, todo o consagrado tem oportunidade de refazer a história da sua vida humana, da sua fé e da sua vocação. Encontrará a linha contínua do amor de Deus, manifestado de muitas formas, recordará os momentos fortes do caminho realizado na procura das respostas a dar-Lhe, perceberá as dúvidas, fraquezas e, porventura, alguns retrocessos e infidelidades. Acima de tudo, verá que a fé é uma contínua resposta a um dom recebido, que implica todas as dimensões da vida e que há-de progredir sempre até que ele viva totalmente da fé, tal como diz o apóstolo: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. E a vida que agora tenho na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim” (Gl 2, 20).
Apesar da sua condição de batizados e consagrados na Igreja, os consagrados não podem considerar a fé como um “pressuposto óbvio da sua vida diária” (Bento XVI, A Porta da Fé, 2). Correm, portanto, o risco comum a todos os cristãos de parar em qualquer fase da sua peregrinação, de se descentrarem de Deus em favor das tarefas quotidianas, de investir tanto nas obras humanas que descuidem a obra de Deus, que consiste em “crer n’Aquele que Ele enviou” (Jo 6, 29)."
D. Virgílio do Nascimento Antunes
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios
Semana do Consagrado - Frei José António da Imaculada Conceição
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pela vida venerável
de Frei José António da Imaculada Conceição,
vindo de outra nação para junto de nós.
Por aqui caminhou,
aqui ajuntou, serviu e amou
a Deus e a sua Mãe
a quem
o coração entregou.
Sua vida desvelou, todo inteiro se deu
e para si nada reservou.
Amava o Menino Jesus e o Santuário,
onde morreu,
Nossa Senhora e o seu Escapulário,
onde perto viveu.
E Aveiro e Viana onde rezou,
animou e celebrou e confessou.
Recordo-lhe a letra ponderada e linda,
o rosto maduro, a fronte larga e ainda
umas mãos feitas para abençoar.
Recordo-lhe o português perfeito e belo
e o anelo de aqui ficar
nesta terra que em nome do Santo Deus
ajudou a santificar.
Recordo-lhe as contas certas,
as mãos ágeis e despertas,
o gosto pela festa e de preparar
um jantar – eu bem sei –
bem digno de um rei!
Recordo-lhe a palavra ardente,
a alma silente, o olhar aceso e vivo,
o coração contemplativo e manso
e os pés de profeta sem descanso
e sem meta.
E é assim que recordo no coração
o bem-aventurado Frei José António
da Imaculada Conceição.
Recordo por fim, pois não posso esquecer
o venerável de joelhos,
diante de nós, novos e velhos,
dando-nos a derradeira lição
do dar humilde e humilde receber o perdão.
Fr. João Costa
30 janeiro, 2013
Semana do Consagrado - Irmã Mary Mackillop
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pela Irmã Mary
Mackillop – Santa Maria da Cruz,
freira ardente por Jesus
e pelos humanos pequeninos
que Ele em vida tanto amou.
Ela como Ele diante de nada parou,
nada temeu.
Como água fresca a todos se deu:
às crianças necessitadas, às mulheres andadas,
aos idosos desamparados,
aos sem abrigo parados,
aos aborígenes feios, aos imigrantes sem freios.
A todos amou com amor
como manda e fez Nosso Senhor,
pois que de outro jeito
ela não sabia fazer
cama, caminha ou leito.
E assim amou especialmente
os que partiam pelo mundo
com coração vagabundo,
os que chegavam de qualquer maneira
e por ali ficavam sem eira nem beira.
Essa era a sua religião:
disponibilidade para servir
e a todos unir ao Sagrado Coração;
disponibilidade para obedecer
a quem precisasse de uma mão,
um refúgio temporário ou um lar,
um copo de leite e um pão,
um catecismo, uma palavra sossegada,
ou um conselho como uma âncora.
Essa era a sua religião
que ela vivia passando pelas margens,
pela fria periferia:
cuidar os meninos pobres
sem temer nem chorar a excomunhão
que lhe impunham os fartos poderosos
muito cientes do seu saber
e seus direitos, sem pensar
em partilhar para fazer crescer
o Reino que diziam servir e amar.
Fr. João Costa
29 janeiro, 2013
Semana do Consagrado - Irmã Catarina de Jesus
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pelo Irmã
Catarina da Cruz
monja santa, simples e inocente,
cuja vida foi um Ai Jesus!
A cozinha foi o seu céu e cenário,
seu armário e seu sacrário,
e a horta uma escola e um recreio:
ali ia, ali colhia
um repolho, uma alface,
duas ou três folhas de loureiro,
uns agriões e um ramo de salsa.
E indo ou vindo do seu passeio
sempre esperta reparava
que ao passar pela balsa
as rãs cantadoras fugiam
e de um salto se recolhiam
no verde lodo profundo.
Ó Irmã Catarina,
foi necessário um Doutor santo e sábio
enviado por Nosso Senhor
para te acalmar e iluminar
com palavra santa e natural.
E contigo ficamos a saber
que as rãs buscam o centro profundo
onde ruindade alguma do mundo
pode chegar a fazer-nos mal.
E assim se devem esconder
os que em Deus querem crescer:
devem ir para o mais fundo e mergulhar
no mar que é Deus
e ali se esconder e repousar
e assim continuar a cumprir o dever
de dar de comer ou beber
a todos os peregrinos da fé,
que assim manda quem É.
Fr. João Costa
28 janeiro, 2013
Semana do Consagrado - Venerável Lourenço da Ressurreição
Senhor,
pessoas há que me dizem muito.
e outras muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos, porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr a razão a cantar, a alma a bendizer,
e eu, desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que falar ou dizer,
e sem acertar o combinado.
Nesta Semana do Consagrado
eu te louvo e agradeço pelo Irmão
Lourenço da Ressurreição.
Três anos foi soldado
mas dali saiu magoado
e manchado pelo pecado.
Carmelita se fez em Paris,
que Deus assim quis.
Quinze anos de cozinheiro
outros tantos de sapateiro.
Foi assim que aprendeu a viver
a presença de Deus no trabalho.
E a conversar com Ele sem prever
e sem cuidar de se preparar,
sem necessidade de delicadezas,
simplesmente a com Ele estar
com simplicidade e bondade.
Sempre de avental posto
e sorriso no rosto
lutou contra o mal;
e a gosto dizia que as palavras pouco valem
porque só o amor faz tudo.
E ao morrer
declarou com solenidade
que poderia partir para a eternidade
porque ali faria o que sempre fizera:
a Deus bendizer e louvar,
amar e adorar,
por nada mais ser necessário.
Ámen.
Fr. João Costa
27 janeiro, 2013
Abrir a Semana do Consagrado
Senhor,
pessoas há
que me dizem muito.
e outras
muitas que não me dizem mesmo nada.
Todos,
porém, me ajudaram como ninguém
a abrir o
coração, a erguer as mãos e a rezar,
a pôr razão
a cantar, a alma a bendizer,
e eu,
desconcertado, ficando tantas vezes sem saber
o que
falar ou dizer,
e sem
acertar o combinado.
Nesta
Semana do Consagrado
eu te
louvo e agradeço pela minha história
de que vou
perdendo memória.
Porém, meu
passos e a planta dos pés
ficam
marcados no barro fresco da estrada,
nas almas
frescas e brandas
de quantos
sem saber, ou sabendo
foram
comigo percorrendo
um pedaço
do caminho da fé.
Uns comigo
foram meninos,
Outros
peregrinos, apóstolos muitos.
Movidos
pelo teu Espírito,
queremos também todos, ó Pai,
encontrar e reconhecer hoje
Aquele que veio e é sempre esperado.
Queremos também nós, como Simeão,
acolhê-l’O nos braços,
vê-l’O, contemplá-l’O com os nossos olhos,
exultar de gratidão
à luz do seu rosto.
Queremos também nós, como Ana,
consumar a nossa vida
em santidade e alegria,
para que tudo em nós
seja oblação agradável aos vossos olhos
e puro louvor e acção de graças.
Ámen.
queremos também todos, ó Pai,
encontrar e reconhecer hoje
Aquele que veio e é sempre esperado.
Queremos também nós, como Simeão,
acolhê-l’O nos braços,
vê-l’O, contemplá-l’O com os nossos olhos,
exultar de gratidão
à luz do seu rosto.
Queremos também nós, como Ana,
consumar a nossa vida
em santidade e alegria,
para que tudo em nós
seja oblação agradável aos vossos olhos
e puro louvor e acção de graças.
Ámen.
fr. João Costa
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